A prevalência de imaginários estereotipados do Brasil no exterior e o papel das mídias na sua manutenção

Autores

  • Maria Badet

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-85852503880004605

Palavras-chave:

Imaginário social do Brasil, apropriação conteúdos midiáticos.

Resumo

O artigo versa sobre a relevância que têm os meios de comunicação para a construção da imagem e imaginários do Brasil no exterior. Para entender este universo, são apresentados resultados dos trabalhos de Badet (2015), compostos pela análise de mais de 160 notícias sobre o Brasil na mídia espanhola. O estudo também analiza como os conteúdos podem ser interpretados com base no trabalho de campo de dois anos realizado junto a 121 jovens espanhóis. Tanto ao analisar os conteúdos, como os processos de apropriação, comprova-se a importância mídiatica e social da mulher brasileira como representante do imaginário social do Brasil, sendo este muitas vezes associado ao erótico e sensual. Os resultados nos levam a pensar sobre o papel primordial das mídias para a construção de imaginários do Brasil menos esteriotipados.

 

This article shows the importance of the communication channels as a contributor to the development of a Brazilian image abroad. The paper presents the results of Badet´s (2015) studies comprised of analyses of more than 160 news about Brazil in the Spanish media. The study also analyses how the media contents can be interpreted. The resuts are based of field works of two years conducted with 121 Spanish young adults. The results show the mediatic and social importance of Brazilian women as a contributer to the social image of Brazil developed abroad. This image is often associated to eroticism and sensuality. The results of these studies suggest the important role of media in the construction of Brazilian image with less stereotypes.

 

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Publicado

2016-05-13

Como Citar

Badet, M. (2016). A prevalência de imaginários estereotipados do Brasil no exterior e o papel das mídias na sua manutenção. REMHU, Revista Interdisciplinar Da Mobilidade Humana, 24(46). https://doi.org/10.1590/1980-85852503880004605