REMHU alcança A1 na nova avaliação quadrienal da CAPES

2026-01-14
REMHU alcança A1 na nova avaliação quadrienal da CAPES

A REMHU – Revista Interdisciplinar da Mobilidade Humana, publicação científica do Centro Scalabriniano de Estudos Migratórios (CSEM) acaba de ter sua classificação elevada na avaliação quadrienal da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), conforme consulta ao sistema público Qualis Periódicos na Plataforma Sucupira.

No ciclo anterior, a REMHU registrava a avaliação Qualis CAPES (2017–2020): A2. Na nova rodada (evento 2021–2024), a revista passa a figurar em estrato A1 em todas as áreas do conhecimento avaliadas, reforçando seu lugar entre os periódicos de referência no debate acadêmico sobre mobilidade humana.

 

Uma revista dedicada às migrações, ao refúgio e aos direitos

Criada em 2006, a REMHU publica pesquisas teóricas e de campo sobre migrações internacionais, mobilidade humana e refúgio, além de temas correlatos como políticas e legislações migratórias, assistência e acompanhamento de pessoas em mobilidade, tráfico de pessoas e deslocamentos ambientais.

A linha editorial dialoga com a missão do CSEM de promover circulação de saberes e estudos que favoreçam a defesa e promoção dos direitos humanos das pessoas e povos em mobilidade.

  Ciência Aberta e circulação internacional do conhecimento

Nos últimos anos, a REMHU consolidou práticas alinhadas à Ciência Aberta, mantendo acesso aberto aos artigos, aceitando preprints e estimulando progressivamente transparência no processo de avaliação.

A revista está indexada em bases de ampla circulação, como SciELO, além de diretórios e bases como Scopus, Dialnet, DOAJ e Redalyc entre outras, ampliando o alcance internacional da produção científica publicada.

  O que esse resultado significa para o campo

A elevação para o estrato A1, no contexto do Qualis, sinaliza o reconhecimento da qualidade editorial, da consistência metodológica e do rigor acadêmico de um periódico especializado em mobilidade humana, um campo cada vez mais central para as Ciências Sociais e áreas afins no Brasil.

Agradecemos aos membros do Conselho Editorial, bem como às centenas de referees que todos os anos contribuem para a qualidade das publicações, bem como às Irmãs missionárias de São Carlos Borromeo – scalabrinianas pelo apoio e pela confiança no trabalho do CSEM enquanto projeto congregacional.